abrir um sorriso
abrir um doce
abrir uma garrafa
abrir os braços
e maliciosamente,
as pernas
e amorosamente,
os sonhos
e mais ainda,
abrir a mão:
da generosidade
e abrir mão...
da solidão!
As coisas não residem no tempo Se costuram a ele, em pedaços de trapos de memórias Que antanho, vão se aparecendo Descaradamente...
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