MOTE DO CHIQUINHO
Descida ribanceira percebi, não havia beira
Se revés olhasse, melhor seria havia ladeira
GLOSA PARA CHIQUINHO
A vida, claro, nem sempre me apadrinhou
Aprendi às duras penas, bem eu já tinha...
Que para acertar o buraco, com fina linha
Dependia somente de minha esquadrinha
Pela caminhada em tão longa passadeira
Cruzei sem ver por várias alfarrobeiras
Tivesse visto, eram tantas as goiabeiras
Não contava apenas, com a abençoadeira
Descida ribanceira percebi, não havia beira
Se revés olhasse, melhor seria havia ladeira.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
POEMA ATEMPORAL
As coisas não residem no tempo Se costuram a ele, em pedaços de trapos de memórias Que antanho, vão se aparecendo Descaradamente...
-
sem conseguir escrever alguma coisa de valor poético, metafísico, revolucionário, quântico, sem conseguir escrever algo que te faça se apaix...
-
É possível parcelar as mágoas em suaves prestações? De preferência sem juros, porque ninguém merece juros disto. Já tive que inutilizar minh...
-
Mote: A história acabou, não haverá nada mais que contar. (Saramago, em Caim) No bar, o homem embriagado, narra a história da sua vida par...
Nenhum comentário:
Postar um comentário