MOTE
Escrever é um fardo
Se não há mais valor
O verso sai debalde
VOLTA
Se o verso já é bastardo
Minha poesia sem ardor
Já não possui mais ledor
Que faço eu com o fardo
Quando verso é debalde
Escrevo noutro arrabalde?
As coisas não residem no tempo Se costuram a ele, em pedaços de trapos de memórias Que antanho, vão se aparecendo Descaradamente...
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