É começo
da noite, quando a pessoa decide que já é hora de ir. Recolhe o que sobrou dela
naquele dia tão estúpido e vai por entre a estrada mais vazia, a mais
solitária. Nesse caminho pensa, e sua lucidez dói. É tudo tão certo, tão
duvidoso assim como a noite, ora escura, ora alumiada. Porém, há que se seguir,
então segue, esperando que o dia logo amanheça em azul.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
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