Sou assim, meio verdade, confesso que minto engano, e produzo inverdades. E daí? Você é correto? Ou também me engana? Será que nos entregamos por um sim? Não, você é assim meio torto, como eu. Alisa vez em sempre, persuade, omite. Tenta dizer as coisas por inteiro e acaba dizendo metades, agradáveis e fúteis. Somos todos meio assim, falazes, falácias, ilusões de certezas. Quebremos todas as regras, então, aceitemos que as coisas são falsas, diplomáticas. Coloque sua máscara daí que eu coloco a minha daqui, e fantasiados nos encontraremos prontos para uma nova mentira. Só não se esqueça de disfarçar bem... Eu disfarço sempre!
sábado, 17 de setembro de 2011
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POEMA ATEMPORAL
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